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segunda-feira, 27 de junho de 2016
O que você pensa sobre Dança, Arte, Escola, a Turma e o Professor?
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sexta-feira, 3 de junho de 2016
Sequência de Dança do 2° Bimestre
terça-feira, 10 de maio de 2016
Principais estilos de Dança do Movimento Hip Hop
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A história da Broadway: Como os Musicais são conhecidos até hoje
A Broadway é a maior
referência de teatro musical profissional, sendo considerada a forma de
dramaturgia mais lucrativa do mundo – os seus 40 teatros localizados no Theatre District, na ilha de
Manhattan, geram anualmente mais de um bilhão de dólares com a
venda de ingressos para mais de 10 milhões de espectadores. A tradição
vem desde o começo do século XIX, diretamente ligada ao projeto
urbanístico de Nova York. Você conhece a história por trás da
capital mundial dos musicais?
Em 1811, Nova
York começou a dar forma ao famoso Commissioner’s Plan, o
projeto de ‘grade’ à cidade. Uma única avenida já existente escapou do
novo desenho – foi aí que surgiu a Broadway (literalmente, em
português, ‘via larga’), intimamente ligada ao planejamento da maior
metrópole norte-americana. Até hoje, Manhattan mantém o formato marcado por
avenidas traçadas horizontalmente, cruzando ruas numeradas de baixo para cima,
com a Broadway Avenue cortando a ilha perpendicularmente.
A região logo começou a abrigar
os primeiros grandes teatros, reduto de concertos de música gospel
e blues que davam vida aos subúrbios. Não demorou para a área se tornar
o centro das atenções criativas e intelectuais, com a criação da Times
Square e a chegada do metrô de Nova
York no início dos anos 1900. A explosão do comércio foi o que mais
impulsionou o movimento em seus entornos.
Curiosamente, os musicais em Nova
York não começaram na Broadway. Thomas Kean and Walter Murray
iniciaram uma companhia de teatro de 280 atores ainda em 1750 – as
produções foram interrompidas até 1798 devido à Revolução Americana
e então, pelos próximos anos, as montagens passaram a ocupar os teatros do novo
pólo cultural.
A primeira peça teatral musical
foi The Black Crook, apresentada pela primeira vez em 12 de
setembro de 1866 no icônico Niblo’s Garden, um antigo teatro da
Broadway de 3200 lugares. Apesar das cinco horas e meia de duração, a montagem
cativou o público em impressionantes 474 performances. O estilo contava com
influências da ‘Operetta’, vindo da Alemanha, França, Veneza
e das comédias inglesas.
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A origem do Hip Hop
Para abordar o Hip Hop torna-se essencial resgatar,
de forma sucinta, a origem do funk, pois essa forma de música surgiu da
música negra americana, o “Rhythym and Blues”, rotulada como “race
music” até cair no gosto popular dos jovens brancos americanos. Houve a
partir da década de trinta, uma grande migração da população negra que
vivia no sul do país, para os centros urbanos do norte dos Estados
Unidos e que necessitava, emergencialmente, de trabalho. Neste período o
Blues absorve instrumentos elétricos dando origem ao Rhythm’d Blues,
que conseqüentemente mistura-se com a música gospel protestante,
resultando no “Soul”, cuja tradução é “alma”. Na década de sessenta o
Soul passa a ser a música de protesto dos movimentos em favor dos
direitos civis dos negros, tornando-se a “black music” americana. Na
luta por uma real cidadania, eles começam a fazer uso da palavra “funky”
(fedorento), muito utilizada por seus agressores. Desta forma o Funky
passa ser uma forma de atitude e identidade negra no vestir, falar,
dançar, enfim, viver.
Na década seguinte, anos setenta, a mídia no Brasil se apropria desse
estilo e passa a comercializa-lo, projetando o estilo “Black Power” com
Gerson King Combo. Uma espécie de James Brown à brasileira. O Rio de
Janeiro, por concentrar a maior mídia de massa da época, aglomera
grandes equipes de som, como as “Soul Grand” e “Furacão 2000”, com
realização de grandes bailes na zona sul e subúrbio da cidade. A
imprensa batizou este movimento ao orgulho negro de “Black Rio”,
entrando a década de oitenta sacudindo clubes, discotecas e casas
noturnas das grandes capitais brasileiras.
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